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Wines & Whispers

Um blog para quem, como eu, procura descobrir, entender e partilhar as histórias que uma garrafa de vinho tem para contar.

Wines & Whispers

Um blog para quem, como eu, procura descobrir, entender e partilhar as histórias que uma garrafa de vinho tem para contar.

Bajancas Reserva Tinto 2013

Bajancas reserva 2013 (1).jpg

 

Notas de Prova : 

 

Rolha em excelente estado, molhada na base e com ligeira progressão.

 

Carregado, com laivos violetas, é um vinho que olfactivamente causa logo grande impacto pela qualidade das notas de especiaria e fruta madura, embora fique ligeiramente marcado pelo lado alcoólico, sem contudo nunca compremeter.

 

No palato, estamos perante um vinho poderoso, carnudo, com taninos vigorosos e que aconselham moderação no seu consumo. É contudo um vinho bem desenhado, a pensar em mesa farta e boa companhia, para poder expressar melhor o seu caractér.

 

Termina longo, com persistência e muito sabor.

 

Mais um vinho de um produtor que muito aprecio, com um cunho muito pessoal e que aprecio: vinhos bem feitos, carnudos, viris, com muito sabor, a pedir boa mesa.

 

Classificação Pessoal : 17,2 valores (86 valores)

 

 

Bajancas Reserva Tinto 2013 (FP) (1).jpg

 

 

Titan Of Douro Tinto 2017

Titan.jpg

 

Notas de Prova : 

 

Rolha em excelente estado, molhada na base e sem progressão.

 

Visualmente, apresenta côr violeta carregada, com boa concentração.

 

No nariz, temos um Douro com boas notas de fruta fresca, tabaco e cacau, tudo em boa proporção e bem conjugadas, tornando-o muito apelativo.

 

No palato, surge um vinho bem feito, fresco e mineral, com boa densidade e volume de boca. Confirma-se as notas de cacau e tabaco, com toque especiado. Os taninos são redondos, bem desenhados, mas vigorosos. 

 

Termina médio - longo, com boa persistência.

 

Classificação Pessoal : 16,2 valores ( 81 valores)

 

RegiãoDouro
Tipo de VinhoTinto
Ano2017
ProdutorLuís Leocádio
CastasTouriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz
Teor Alcoólico14,00 %
ConsumoBeber

 

 

 

 

 

 

Titan Of Douro Tinto 2017 (2).jpg

 

 

Trinca Bolotas 2016

Trinca Bolotas 2016_edited.jpg

 

Notas de Prova : 

 

Rolha em excelente estado, molhada na base e com ligeira progresão. Visualmente bonito, de cor rubi muito viva, apresenta um nariz muito floral, com aromas bem definidos de frutos vermelhos. 

 

Tinto de médio porte, com boa estrutura e bastante equilibrado, taninos suaves e uma acidez que confere lhe confere uma boa vivacidade, é um vinho muito gastronómico para a cozinha mediterrânica que não deixará ninguém desiludido. No seu segmento, uma referência em qualidade e no preço.

 

Termina com bom comprimento e persistência.

 

Classificação Pessoal : 16,0 valores

 

 

Tipo de VinhoTinto
RegiãoAlentejo
ProdutorSogrape (Herdade do Peso)
Ano2016
Castas

Alicante Bouschet (44%), Touriga Nacional (40%), Aragonez/Tinta Roriz (16%)

Teor Alcoólico14,00 %
Consumo 

Pássaros Escolha 2017

AA.jpg

Notas de Prova : 

 

Rolha em excelente estado, natural.

Bonita cor cítrica, amarela pálida. Nariz vibrante com muito bons apontamentos de fruta (laranja, limão e pêssego) e um floral muito, muito elegante.

Na boca, mostra-se um vinho elegante, fino e delicado, com bom volume. Fresco, muito mineral, numa conjugação perfeitas das castas que o compõem: por um lado, o alvarinho que confere ao vinho corpo e uma boa estrutura; Do outro, o loureiro a conferir frescura e mineralidade. Notas bem definidas de citrinos, pêssego e pêra.

Termina médio, com bom comprimento e muito sabor.

Mais uma prova que se há coisa que anselmo Mendes não consegue fazer, é um mau vinho. Aliás, nem um mediano.

 

Classificação Pessoal : 16,5 valores

 

 

Tipo de vinhoVinho Branco
RegiãoVinho Verde (Monção e Melgaço)
Ano2017
ProdutorAnselmo Mendes
CastasAlvariho e Loureiro
Teor Alcoólico15,50 %
ConsumoBeber

Meandro do Vale Meão Tinto 2014

Meandro.jpg

 

A Quinta do Vale Meão, localizada em S. João da Pesqueira, foi a última quinta adquirida por D. Antónia Adelaide Ferreira, em 1877. Nela, D. Antónia pretendia focalizar toda a vasta experiência adquirida na produção de grandes vinhos e torná-la numa projecto modelo.

 

Focalizando maioritariamente a sua produção em vinhos do Porto, foi a partir da década de 50 do século passado que se passou a produzir o mais emblemático vinho tranquilo comercializadona altura e nos dias de hoje: o mítico Barca Velha, de Fernando Nicolau de Almeida. Já em 1970, Francisco Javier de Olazabal, trineto da Ferreirinha, assumiu a gestão da quinta com a saída em definitivo da produção do Barca Velha para a Quinta da Leda, começou a esboçar a produção de um novo vinho tranquilo: o Vale Meão, que teve a sua primeira produção em 1999.

 

O Vale Meão tem uma riqueza única de solos, uma vez que além do óbvio xisto, encontramos também granito e aluvião. Assim, a diversidade e o potencial das inúmeras equações dessa diversidade são um permanente.

 

A quinta possuí duas adegas: a Adega dos Novos e a adega da Barca Velha (junto à vinha que deu corpo ao icónico vinho e que baptizou a adega). Os vinhedos desta quinta são exclusivamente encepados com castas tintas durienses destacandose a Touriga Nacional (40%), a que se seguem as castas Tinta Roriz (25%), Touriga Franca (20%), além de Tinta Amarela, Tinto Cão, Sousão e Tinta Barroca, em menores quantidades.

 

É destes vinhedos que surge a segunda marca da quinta, o Meandro do Vale Meão.

 

 

Notas de Prova : 

 

Rolha em excelente estado, natural, molhada apenas na base. Visualmente, apresenta uma cor rubi muito viva, com boa concentração. No nariz, evidencia boas notas de frutos vermelhos e floral. No palato, é um vinho rico, complexo, com boas notas de fruta a confirmar o olfacto. Bastante expressivo, fresco, com taninos sedosos, termina longo e persistente.

Excelente relação qualidade / preço, esta edição obteve uns fantásticos 91 pontos de Robert Parker.

 

 

Classificação Final : 17,0 valores

Tipo de VinhoTinto
RegiãoDouro
Ano2014
ProdutorFrancisco Javier de Olazabal
CastasTouriga Nacional (40%), Touriga Franca (30%), Tinta Roriz (20%), Tinta Barroca (5%), 3% Tinto Cão (3%) e Sousão (2%)
Teor Alcoólico13,50 %
ConsumoBeber / Guardar por um período máximo de 10 anos

Bajancas Reserva Branco 2016

Bajancas Branco Reserva 2016_edited (1).jpg

 

Notas de Prova : 

 

Rolha em excelente estado, natural. Visualmente, mostra-se um branco límpido, cor amarela cristalina. No nariz, toque floral e de fruta (damasco) bem integrados, bastante agradável.

No palato, mostra-se um branco com muito bom volume e untuoso, com boa acidez e uma excelente mineralidade, fresco e surpreendemente leve, não se fazendo notar o seu grau de alcoolemia (14,50%). Um vinho pode ter sido feito a pensar no Verão, mas que no Inverno acompanhará certamente bons pratos de peixe e carne branca.

O final é médio a longo, com persistência e um toque amargo e salgado, que particularmente aprecio bastante.

Mais um bom vinho, de um produtor que aprecio imenso e faz parte da minha lista de compras habituais.

 

Classificação Pessoal : 16,5 valores

 

 

Tipo de vinhoBranco
RegiãoDouro
ProdutorQuinta das Bajancas
Ano2016
Castas Rabigato, Viosinho e Gouveio
Teor Alcoólico14,50 %
ConsumoBeber

 

Bafarela Reserva 2014

Bafarela Reserva 2014 (1).jpg

Depois de ter provado o Bafarela Grande Reserva 2014 (poderão encontrar os comentários https://winesandwhispers.blogs.sapo.pt/bafarela-grande-reserva-2014-13275), foi a vez de experimentar outro vinho da Casa Agrícola Brites Aguiar, e da mesma linha do anterior.

 

Resultado: mais um bom vinho, que não brilhou como o Grande Reserva, mas que também em nada desiludiu.

 

Notas de Prova: 

 

Rolha em excelente estado, molhada apenas na base. Visualmente apresenta uma bonita cor granada, escura, densa, com laivos violetas. 

No nariz, muito boas indicações desde logo pelo seu aroma a fruta madura, com toque especiado e belo floral. Na boca, mostra-se um tinto raçudo, de taninos sérios e firmes, cheio intensidade. Fruta madura bem envolvidas em notas de madeira, a confirmar as sensações olfactivas.

Termina longo, firme, afirmativo e persistente.

Na linha do grande reserva, não impressiona tanto os sentidos mas anda lá muito perto. Para quem gosta de vinhos sérios, potentes, com toque amadeirado, tem aqui um belo vinho a um preço bastante atractivo.

 

Classificação Pessoal : 16,0 valores

 

Tipo de VinhoTinto
RegiãoDouro
Ano2014
ProdutorCasa Agrícola Brites Aguiar
CastasTouriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz
Teor Alcoólico14,50 %
ConsumoBeber

Bafarela Grande Reserva 2014

Bafarela GR 2014_edited (1).jpg

 A Casa Brites Aguiar é uma Sociedade Agrícola familiar de três irmãos, localizada em Trevões, S. João da Pesqueira, nas encostas do Rio Torto e de um dos seus afluentes, a Ribeira de Galegos. A exploração tem na vinha e no vinho o seu principal suporte económico, possuindo ainda 15ha de Olival, 7ha de cerejal, 4ha de souto, 2 ha de nogal e floresta.

Nos 45ha de vinha instalados no local onde nasce o Vinho do Porto numa faixa de altitude entre os 230 e os 450m, são cultivadas variedades otoctenes segundo práticas que respeitam o meio ambiente.

Vinhas com 20 anos de idade com as castas: 17ha Touriga Franca, 15ha Tinta Roriz, 7ha Touriga Nacional, 3ha Tinta Amarela e 1ha Tinta Francisca.

O centro de vinificação jóia da coroa desta Casa Agrícola, foi construído em 2003 e equipado de forma a facilitar a aplicação das mais recentes técnicas de vinificação.

 

Faz parte, juntamente com a Quinta das Bajancas, Quinta do Soque e Quinta dos Poços, da Douro Family Estates (DFE),  uma associação, criada em 2007.

 

 

Notas de Prova :

 

Rolha em excelente estado, molhada na base e com pouca progressão.

 

De cor granada escura, denso, apresenta no nariz notas florais com boa complexidade, bem definidas e desenhadas. No palato, mostra-se um vinho volumoso, musculado, sério, com taninos expressivos mas que não ferem a prova. Antes, enche-a de vida!

Termina sério, com final final longo e persistente.

 

Classificação Pessoal : 16,5 valores

 

 

Tipo de vinhoTinto
RegiãoDouro
Ano2014
ProdutorCasa Agrícola Brites Aguiar
CastasTouriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz
Teor Alcoólico14,50 %
ConsumoBeber / Guardar

 

 

Duas Quintas Branco 2016

2Q.jpg

 

In hoc signo vinces!

 

Notas de Prova : 

 

Rolha em exelente estado, molhada apenas na base.

Apresenta uma cor dourada com bordos amarelados, de as pecto límpido e brilhante. No nariz, mostra-se um fino de bom corte, fino e atractivo, com notas florais e fruta muito expressiva, como tangerina, pêssego e damasco.

No palato, é um branco untuoso, que enche a boca. Requintado, muito expressivo, é um vinho com boa acidez e bastante equilíbrio, traduzindo a qualidade que a casa Ramos Pinto incute em todos os vinhos que produz. Terrivelmente gastronómico, é um daqueles vinhos que bebemos com imenso prazer e não conseguimos esconder a desilusão quando acaba.

Termina médio, com bom volume e sedutor.

 

 

Classificação Pessoal : 16,5 valores

 

 

Tipo de VinhoBranco
RegiãoDouro
Ano2016
ProdutorRamos Pinto
CastasRabigato (50%), Viosinho (40%), Arinto (10%)
Teor Alcoólico13,00 %
ConsumoBeber / Guardar

Quinta do Carmo Tinto 2011

Carmo (1).jpg

 Localizada em Estremoz, a Quinta do Carmo é propriedade da Bacalhôa Vinhos de Protugal S.A. e deve o seu nome a uma capela (data da de 1752) edificada em nome de Nossa Senhora do Carmo. A quinta foi adquirida por D. João V para a oferecer a uma cortesã por quem estava enamorado, de seu nome D. Maria.

 

Trata-se da melhor e mais bela casa de campo da região, conservada nas linhas originais de arquitectura Barroca e Joanina… (Inventário Artístico de Évora)

 

É nesta quinta que é feita a vinificação de todos os vinhos alentejanos da Bacalhôa, numa capacidade máxima de produção de uns fantásticos 3 milhões de litros. Outrora um vinho de referência, perdeu um pouco a sua identidade no início do século. Paulatinamente, tem vindo a recuperar a qualidade e fama que fizeram deste vinho um dos melhores e mais desejados vinhos a nível nacional.

 

 

Notas de Prova :

 

Rolha em excelente estado, molhada apenas na base.

 

Apresenta-se visualmente com uma cor rubi, densa e profunda. No nariz, surgem notas de frutos vermelhos bem delineadas, suaves, com toques de baunilha e especiaria.

 

No palato, o Quinta do Carmo 2011 mostra-se um bem desenhado, bastante equilibrado e com taninos limados. É um vinho altamente gastronómico mas que vai certamente brilhar com pratos mais elaborados e intensos.

 

Termina longo e persistente, com muito prazer.

 

Classificação Pessoal : 16,5 valores

 

 

Tipo de VinhoTinto
RegiãoAlentejo
Ano2011
ProdutorBacalhôa Vinhos de Protugal S.A.
CastasAragonês, Trincadeira, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon
Teor Alcoólico14,50 %
ConsumoBeber / Guardar por um periódo de 10 anos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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